A revolução das "novelas" Orientais

domingo, 24 de maio de 2009

Depois dos animes saírem do Japão e ganharem o mundo, agora chegou a vez dos Doramas que é basicamente a definição generalizada do gênero novela oriental, seja ela J-Drama (Drama Japonês), K-Drama (Drama Koreano) e C-Drama (Drama Chinês).

Alguns, a primeira vista, irão se encher de pedras na mão e partir com mil e um preconceitos contra as “novelas” orientais, afinal são novelas como as brasileiras, certo? ERRADO! O estilo oriental de novela é completamente diferente, com um roteiro beirando mais para um mangá/anime shoujo do que para o estilo de novela ocidental. A segunda grande diferença está no número de episódios, beirando sempre a média de treze a no máximo vinte e seis em sua grande maioria.

No entanto, o ponto mais forte que difere os J-Dramas das novelas propriamente ditas é a questão do enquadramento do psicológico do personagem, que se torna muitas vezes o próprio cenário da trama, o modo de pensar e como agir durante a vida reflete inteiramente na história, não se trata apenas em ter um corpo bonito, mas sim como se tornar uma pessoa melhor e o mais feliz possível.

As mais diversas histórias de J-Drama seguem em comum com esse padrão, enxergar a felicidade nas pequenas coisas, como ganhar um simples bolinho de arroz e sorrir profundamente.

No Japão essas histórias são montadas para pessoas de todas as idades, mas o interessante mesmo, é que os doramas estão cativando os jovens fora da terrinha do sol nascente e está impressionando até mesmo o governo nipônico, que agora está montando uma forte campanha não somente com anime e mangá mas também com suas novelas orientais.

É visivelmente mais fácil mostrar boa parte da cultura e do dia a dia do Japão através de imagens reais de ruas e dos costumes, do que com desenhos.

Apesar das diferenças, anime e J-drama tem muito em comum já que muitos dramas japoneses nasceram através dos grandes sucessos dos desenhos orientais.

Dentre eles podemos citar "Koizora", "Cyborg Girl" , "Honey Clover", "Zettai Kareshi","Hana Yori Dango" e muito mais. As novelas possuem algumas diferenças nas histórias, sempre alguns fatos e acontecimentos são modificados para que o enredo fique o mais aceitável possível na realidade das produtoras, porém o enredo se mantém o mesmo e a parte central do que se caracteriza cada anime permanece inalterado nos J-dramas.

Os J-Dramas tendem a crescer cada vez mais não somente no Japão, mas a expectativa do governo japonês é que em breve possam bater de frente com séries grandes dos Estados Unidos e se tornarem uma referência não apenas ao público ligado na cultura japonesa, mas acessível a todos que queiram apreciar as belas histórias que os dramas japoneses tem a oferecer.

Vai agora, na sequencia, uma pequena lista de alguns doramas que realmente valem a pena serem vistos, e garanto: quem gosta do gênero de anime/mangá japonês não ficará indiferente com relação a nenhum desses títulos.
Hana Yori Dango - Atores de qualidade em especial a Inoue Mao fazendo o papel principal de Makino Tsukushi. Uma garota normal estudando em um colégio para a elite e "atormentada" pelos F4 o grupo de garotos mais poderosos e bajulados do colégio. Chore de tanto rir e torça pelo casal inusitado que se forma nesse enredo que foi baseado em um mangá de mesmo nome e de extremo sucesso.
Love Hina - Pensou em Love Hina com pessoas? Sim, esse J-Drama é basicamente igual à Love Hina, as garotas, a pensão e um cara nerd que apanha das beldades estão presentes, com um pequeno aditivo de que esse título possui cenas EXTREMAMENTE picantes e não recomendadas para menores de idade.
Zettai kareshi - A história é baseada na vida de Riko Izawa, uma garota sem muita sorte no amor. Depois de ajudar um desconhecido, Riko recebe como recompensa a chance de ter seu namorado ideal. Embrulhado, seu amor chega por encomenda. Ele é um andróide, projetado pela empresa Kronos Heaven para ser o namorado perfeito. Para acordá-lo basta um beijo, e logo Riko tem a seu dispor o mais apaixonado e compreensivo dos homens. Porém as coisas não saem como planejadas...
Kaoizora - Koizora é um fenômeno literário no Japão. Foi publicado num site para celulares, o "Mahou no iRando" e dizem ter sido baseado em fatos reais, escritos por Mika (nome da personagem principal). Koizora conta a história de uma jovem estudante que quer se apaixonar assim que entra no colegial. Um dia, ela passa a receber ligações de um rapaz misterioso . Dia após dia, conversa após conversa, ele vai conquistando o coração de Mika. Mika e Hiro começam a viver uma paixão intensa, mas, um dia, ele a abandona sem motivo e sem lhe dar satisfações.
Cyborg Girl - Jiro é um universitário cuja vida é tão triste que não tem amigos, namorada ou familiares para comemorar seu aniversário. Um ano, enquanto compra um presente para si mesmo, conhece uma bela garota com a que passa a tarde. Ao chegar a noite, a garota diz que tem que ir embora, mas não sem antes confessar a ele que veio do futuro. O tempo passa e Jiro não volta a vê-la... até que no seu aniversário seguinte ela aparece novamente, dessa vez para mudar seu destino.

Por Nathália Nóbrega

Links para baixar Doramas e Lives:

Link para baixar direto o filme Cyborg Girl

Fansub "Haitou" com Doramas, Lives e animes para baixar(Tem que se cadastrar, só é deixar o email e é de graça)


Fansub "Jdrama" para baixar somente Doramas (Tem que se cadrastar e é também de graça)

Trailer de Hana Yori Dando Final Movie:


Justificar

O poder da calça jeans

sábado, 23 de maio de 2009

Depois daquele verão tudo será diferente. Companheiras, cúmplices e confidentes, elas viveram suas vidas praticamente inseparáveis. Mas agora a rebelde e faladora Tibby, a tímida e artística Lena , a sensível e explosiva Carmen e a esportista e autoconfiante Bridget estão prestes a passar as primeiras férias de suas vidas nas quais cada uma vai tomar um rumo totalmente diferente.

Lena vai para as ilhas gregas passar as férias na casa dos avós; Bridget parte para um acampamento esportivo no México; Carmen decide passar as férias com seu pai divorciado e Tibby é obrigada a ficar em casa, trabalhando numa loja de descontos, ela finalmente vai conseguir produzir o documentário que planeja há tempos, no qual pretende entrevistar os moradores locais sobre suas vidas desinteressantes.

Pouco antes de partir, as quatro amigas encontram em um brechó um jeans velho e desbotado que não se sabe como, cai como uma luva em cada uma delas, apesar de seus corpos serem totalmente diferentes. Elas decidem que deve haver algum significado cósmico em tudo isso. Então, decidem fazer um pacto, ou inventar um código, um elo que as unisse enquanto estivessem viajando e é nesse momento que elas resolvem que cada uma vai usar a calça por uma semana e então enviá-la para a amiga seguinte, onde quer que ela se encontre naquele momento.

Entretanto, embora o jeans pareça ter sido feito para viajar, ele não parece ter trazido sorte para as garotas, em vista de todos os dramas que vão acontecer nos próximos dois meses. Surgia, assim, A Irmandade das Calças Viajantes, com direito a cerimônia secreta e dez mandamentos básicos para o uso do jeans.

Nota da autora da resenha: Apesar do título parecer meio bobo e inicialmente o enredo ser voltado para o público adolescente, no decorrer da leitura a história vai amadurecendo juntamente com os personagens. Na trama nos deparamos com dilemas sérios como a depressão, preconceito racial e cultural, morte prematura, o sentimento de perda e o vazio de um amor perdido e impossível. Cada leitor será convidado a viver etapas determinantes, momentos intensos, grandes provas, problemas, decepções, emoções, sofrimentos, descobertas e revelações, lado a lado com Tibby, Carmem, Bridget e Lena. As narrativas das quatro protagonistas se entrelaçam para descrever um verão depois do qual tudo será diferente.

A Irmandade das Calças Viajantes (The Sisterhood of the traveling pants)é o primeiro livro da série Calças Viajantes. A autora Ann Brashares acredita que a principal mensagem de seu livro é: ame a si mesmo e a seus amigos incondicionalmente. A história continua em O segundo verão da irmandade, O terceiro verão da irmandade e o último livro O quarto verão da irmandade . A série está sendo publicada no Brasil pela editora Rocco e sua estreia mundial foi em 2003, tornando – se Best-Seller e entrando na lista de livros mais vendidos do New York Times.
O primeiro livro virou filme em 2005 intitulado Quatro amigas e um jeans viajante, trazendo as atrizes Tamblyn (Como Tibby), Bledel (Como Lena), America Ferrera (Como Carmen) e Blake Lively (Como Bridget). O diretor Ken Kwapis arranca atuações muito convincentes das jovens atrizes.
Quem se mostra especialmente boa é America Ferrara, a atriz revelação de Real Women Have Curves, que possui o tipo de instinto natural e certeiro de uma jovem Julia Roberts. Depois do grande sucesso do primeiro filme “lá fora”, veio no verão de 2008 o segundo filme intitulado Quatro amigas e um jeans viajante 2, com o mesmo elenco o filme aborda as histórias dos três últimos livros. Vale a pena conferir.
Por Nathália Nóbrega

Links para baixar os livros:

A irmandade das calças viajantes - Livro 1

O segundo verão da irmandade - Livro 2

O terceiro verão da irmandade - Livro 3

O quarto verão da irmandade - Livro 4


Trailers dos Filmes:

Quatro amigas e um jeans viajante - Filme 1




Quantro amigas e um jeans viajante - Filme 2

A Rainha Da Fofoca

sábado, 16 de maio de 2009

Lizzie Nichols tem um problema. Ela não consegue ficar de boca fechada e sempre acaba se metendo em confusão. Mas parece que dessa vez tudo vai dar certo. Lizzie é recém 'formada' em História da Moda e assim que pegar o diploma da faculdade, poderá embarcar para Londres e curtir as férias ao lado do namorado inglês. Só que as coisas não saem como planejadas. Ela tem uma monografia pela frente, e basta pisar em solo britânico para perceber que o namorado não é exatamente como ela se lembrava...

O problema, é que Nichols se empolgou com a possibilidade de ter achado “O cara” e acabou vendo muito mais do que parecia.

Agora ela está presa em um país estranho com uma passagem que não pode ser trocada nem ressarcida. No entanto, nem tudo está perdido. Sua melhor amiga, Shari, está no sul da França, ajudando o namorado, Chaz, na organização de casamentos em um castelo do século XVII. Lizzie não hesita e embarca em um trem a caminho do lindíssimo Château Mirac, propriedade de Jean Luke, um amigo de Chaz, que aliás, é um gato. Porém, graças a sua incrível habilidade de não fechar a boca, apronta novamente e precisa descobrir um jeito de provar que pode usar a sua boca grande para salvar o dia.

Nota da autora da resenha
: Ao contrário do que a autora parece forçar-nos a pensar, a grande questão não é a incapacidade da Lizzie de manter-se calada. É o desenrolar da história e o crescimento da personagem que de garota ingênua passa a ser uma mulher de atitude, fazendo as leitoras mais ousadas se identificarem instantaneamente. O mais interessante é que o livro está escrito em 1ª pessoa, então é engraçado e interessante ver os pensamentos absurdos de Lizzie e como aquilo poderia acontecer com agente, porque pensaríamos do mesmo jeito naquela situação.

Mais uma vez a nossa querida Meg Cabot acertou em cheio e nos proporciona um inesquecível romance de balançar o coração e mexer com os alicerces das nossas mais infames emoções. A rainha da fofoca é uma série de três livros, sendo que somente o primeiro está sendo publicado no Brasil pela editora Galera Record. O próximo livro A Rainha da Fofoca em Nova York vai ser lançado no Brasil em fevereiro de 2010. Queen of babble (A Rainha da fofoca) é um livro contagiante para aqueles que gostam de emoções fortes e atitudes levadas ao extremo. Prepare-se para rir muito, surpreender-se mais ainda e presenciar algumas cenas picantes.

Link para baixar A Rainha Da Fofoca

Capas
americanas de A Rainha Da Fofoca em Nova York e A Rainha Da Fofoca se Casa:

A Mediadora está de volta!

domingo, 10 de maio de 2009

A série A Mediadora da nossa aclamada Meg Cabot, está de volta as prateleiras das livrarias de todo o Brasil. Novas e belas capas ilustram essa reedição tão esperada. O primeiro livro da série intitulado Terra das Sombras já está sendo publicado com o seu novo layout. Só para não causar um mal entendido inicial, não se trata de uma continuação da série e sim uma reedição. Para nós, fãs da série, interpretamos a novidade com certo eufemismo. Concluíndo enfim, que a notícia tem o seu lado sombrio . Já que somos todos leitores inconformados, sempre torcendo por uma possível continuação. Suzy e Jesse bem que poderiam continuar suas aventuras. Juntos de uma maneira bem especial, o casal daria continuação a saga que á principio só estaria começando. A reedição da série está por conta da editora Galera Record, a qual teve a excelente idéia de relança – la com um novo visual que incorpora perfeitamente a saga. Quanto a continuação da série, estamos todos torcendo para que a nossa querida Meg Cabot volte a assinar seu pseudônimo Jenny Carroll logo abaixo do título A Mediadora.

Por Nathália Nóbrega
Maiores Informações

Sociedade Secreta Rosa e Túmulo

sábado, 9 de maio de 2009

Amy Haskel é a subeditora do jornal literário da faculdade de Eli, uma das faculdades mais requisitadas dos Estados Unidos. Amy acredita que logo será convocada para a sociedade secreta Pena & Tinta, de onde todos os seus sucessores participaram. Mas tudo muda quando ela se torna uma das primeiras garotas convidadas a integrar a Rosa & Túmulo, a sociedade secreta mais poderosa e infame da universidade e do país. Ela vê sua vida virar do avesso depois que se transforma em uma Coveira (nome dado aos integrantes da Rosa & Túmulo). Amy não consegue estudar, se afasta dos amigos e está prestes a perder seu “quase-namorado”. E é só o começo. Em nome da sociedade, Haskel deverá assumir a liderança de uma grande conspiração que envolve dinheiro e poder, e que tem (grandes) chances de destruir sua vida.

Uma charmosa mistura de O Código da Vinci com O Diabo Veste Prada, o primeiro volume da série Sociedade Secreta foi selecionado pela biblioteca de Nova York como um dos melhores livros para jovens em 2007. É uma leitura leve e agradável, com uma trama divertida, bem conduzida e que garante lazer e uma dose saudável de transgressão. Diana Peterfreund é a autora e criadora da série Sociedade Secreta, tendo ao todo quatro livros, sendo que os dois primeiros livros já estão sendo publicados no Brasil pela editora Galera Record. O segundo livro intitulado Sociedade Secreta Sob a rosa, já está disponível nas livrarias de todo o Brasil.
Site da autora

Link para baixar o livro Sociedade Secreta Rosa e Túmulo

Por Nathália Nóbrega

A Mediadora

terça-feira, 5 de maio de 2009


Suzannah Simon, mais conhecida como Suze, é uma jovem como outra qualquer. Bem, quase... Ela tem um “pequeno” segredo: é uma mediadora. Mediadores são pessoas capazes de ver e se comunicar com os mortos, tendo como função resolver as pendências deles na Terra e ajuda – los a descansar em paz. Um dom um tanto incomum para ser divido com outras pessoas, exceto ao Padre Dominic que também é um Mediador e diretor geral da instituição que ela estuda. O padre Dom, como é chamado por Suze é o único mediador que conhece, mas agora ela sabe que também há outros pelo mundo, escondidos em suas vidas sombrias. Suzannah se mudou para a Califórnia logo após o casamento da sua mãe, decidindo sair de Nova York e morar numa antiga casa com três meios irmãos na ensolarada cidade. É na Califórnia que passa a acreditar em seu chamado e começa a ajudar os espíritos atormentados, além de conhecer outros mediadores. Entre os dois mundos, Suze se apaixona pelo espírito chamado Jesse. Ela o conheceu no seu quarto. Na realidade, Jesse morreu 150 anos nesse mesmo cômodo e não pretende sair. Apesar das diferenças eles dividem o quarto amigavelmente, mesmo que Suze esteja sempre torcendo para que não seja tão amigável assim. Jesse é um espírito jovem, bondoso e acima de tudo, um gato. Mas é inatingível. Não apenas por estar morto. Aparentemente, ele não sente qualquer atração por Suzannah. Apesar de todos os problemas normais de uma jovem, um é só seu: os espíritos não a deixam em paz. E ela tem até uma queda por um deles.

Um misto de suspense, comédia e romance, a mediadora é uma série de seis livros, criada pela autora best-selling Meg Cabot. Nessa série, Cabot assina seu nome com o pseudônimo Jenny Crroll. Um hábito bastante utilizado pela autora, tendo ela usado pseudônimos mais de uma vez. A série A Mediadora virou best seller e seus direitos foram vendidos para a Disney. Quem sabe uma adaptação cinematográfica já esteja sendo produzida... Estamos na torcida. A mediadora esta sendo veiculada no Brasil pela editora Galera Record.
Por Nathália Nóbrega

Crepúsculo

sábado, 2 de maio de 2009

Depois de vários anos, Isabella Swan retorna à nublada e chuvosa cidadezinha de Forks. O qual é o último lugar onde gostaria de viver. Bella tenta se adaptar à vida provinciana na qual aparentemente todos se conhecem, lidar com sua constrangedora falta de coordenação motora e se habituar a morar com um pai com quem nunca conviveu. No entanto, é nesse clima monótono e um tanto mordaz, que Edward Cullen aparece em seu destino.

Ele é lindo, perfeito, misterioso e à primeira vista hostil à presença de Bella. O que provoca nela uma inquietação desconcertante. Ela se apaixona. Ele, no melhor estilo “amor proibido”. Ela é uma garota incomum. Ele é um vampiro. Ela precisa aprender a controlar seu corpo quando ele a toca. Ele, a controlar sua sede pelo sangue dela.
O que Bella não percebe é que quanto mais se aproxima dele, maior é o perigo para si e para os que a cercam. E pode ser tarde demais para voltar atrás…
Combinando sensualidade e mistério, romance e fantasia, Stephenie Meyer produz uma trama de extraordinário suspense neste primeiro volume da série que marcou sua estréia literária. O toque do sobrenatural tempera a trama, que é norteada por clichês típicos de filmes de terror dos anos 90. Tremendamente sedutor, Crepúsculo mantém a idéia no ar de que às vezes é melhor ter apenas um momento de suprema felicidade, do que uma vida inteira de monotonia. Basta escolher…

Crepúsculo (Twilight) é um best seller que virou febre entre os adolescentes de todo o mundo. Talvez seja essa a razão para que o enredo, que de uma hora para a outra, tornou- se tão mediócre e cheio de clichês.
Aparentemente, a estréia do livro foi um misto de surpresa e contemplação, apreciada pelos admiradores do gênero literário vampírico. Leitores como eu, apreciadores de um bom romance e que também curtem esse outro gênero sombrio, foram ao delírio com o misto de romance e ficção que a obra apresenta. No entanto, como tudo que vira “modinha” estraga, a obra perdeu o seu “brilho” dando lugar a versão cinematográfica, gerando um grande desagrado e mal estar entre os apreciadores mais críticos. Para começar, o filme não mostrou o lado sombrio e poético ao qual foi a verdadeira narrativa da obra e sim um total besteirol americano. Não é a toa que a diretora do filme Crepúsculo, Catherine Hardwicke, pediu demissão logo após o término do filme, alegando para a imprensa estar com falta de tempo para finalizar a sequência da série, intitulada Lua Nova (New Moon). No cinema, o ator que da vida ao vampiro Edward Cullen é Robert Pattinson ( que interpretou o personagem Cedrico em Harry Potter e o Calice de Fogo) e Kristen Stewart (O quarto do pânico) é a atriz que interpreta Bella...

A produção cinematográfica de Crepúsculo rendeu US$ 75,6 milhões nas salas de cinema. Foi a maior bilheteria de estréia para uma diretora nos EUA. Tamanha foi a proporção do filme, que arrecadou mais do que a estréia dos últimos do Indiana Jones e James Bond, informou o site da revista "Variety". É nesse clima de consenso crítico que destaco o fato do livro Crepúsculo ter sido reconhecido como “o melhor livro da década… Até agora”, segundo o Amazon.com.
Enfim, se o amor é uma espécie de droga, “Crepúsculo” virou um exemplo.

Por Nathália Nóbrega


 

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